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sábado, 8 de junho de 2013

A canadense que enlouquece os Mad Men


LOS ANGELES – Megan Draper está morta? A sexta temporada de Mad Men termina neste mês e esta é uma das teorias que estão circulando pela internet em torno da série. O DCM conversou com Jessica Paré, que faz a mulher de Don Draper — e como era de se esperar, ela não estava disposta a nos revelar qualquer spoiler da história, é claro. Todo ano os fãs da série especulam sobre o tipo de caos que o criador do show, Matthew Weiner, pretende desencadear em Don Draper e companhia.

Tendo emergido como a mais quente novidade do elenco de Mad Men devido à sua versão sexy da música pop francesa dos anos 1960, Zou Bisou Bisou, Paré é agora uma parte integrante do equilíbrio existencial do aclamado show — portanto nos deixaria realmente tristes se ela abandonasse a história. “A última temporada foi muito interessante e me foquei em trazer as camadas mais profundas da personalidade de Megan”, disse ela para nós. “Trabalhar com um grande elenco como o de Mad Men te coloca em um nível diferente. Hoje estou muito mais confiante sobre quem eu sou como atriz.”

Mad Men foi uma oportunidade esperada durante muito tempo por Paré em Hollywood, depois de ter lutado para encontrar trabalho desde que se mudou de Montreal para Los Angeles, há nove anos. Tendo feito sua estreia como atriz aos 17 anos no vencedor do Oscar Stardom, seguido por uma aparição em Assunto de Meninas, a carreira de Paré ficou à deriva por vários anos. Apesar de papeis recorrentes em séries de TV, como Jack e Bobby (2005) e Life (2007), ela estava resignada a trabalhar em filmes canadenses obscuros como The Trotsky (2010) e A Ressaca (2010), estrelado por John Cusack. Mas quando ela fez o teste e ganhou o papel da secretária Megan Calvet no meio da quarta temporada de Mad Men, Paré finalmente teve a chance de deixar sua marca.

Aos 31 anos, Paré é filha de Anthony Paré, diretor do Departamento de Educação na prestigiada Universidade McGill, em Montreal, e Louise Mercier, uma tradutora de conferências. Alta e escultural, Paré fala perfeito francês e inglês. Confira abaixo a nossa conversa com ela, na qual a atriz revela que nunca ficou inibida com cenas de nudez e que não liga de ter fotos suas de topless circulando pela internet.

Jessica, antes de encontrar trabalho em Mad Men, você estava pensando em desistir da atuação?

Eu não tinha certeza do que eu ia fazer. Fiz testes para vários papeis, mas não encontrei nada que me agradasse e fiquei bastante triste. Pensei que talvez eu devesse ir para casa, em Montreal, e repensar na vida. Mas eu sabia o quanto eu amava atuar e que realmente não havia nada que eu estava treinada para fazer além disso. Então eu decidi ficar em Los Angeles e eu tinha a sensação de que, eventualmente, alguma coisa iria dar certo para mim. E então eu consegui um teste para Mad Men e tudo na minha vida mudou.

Isso é um sinal de força de vontade?

[rs] Eu não tenho certeza! Acho que todos neste negócio, especialmente atores, precisam ter muita autoconfiança e fé cega. Você simplesmente precisa acreditar que um dia você vai achar que um papel que vai mudar a sua vida.

Por que é que o público se apaixonou por Megan?

As pessoas a admiram porque ela é independente e não se deixa ser manipulada por ninguém. Nem mesmo por Don, que ela tanto ama. Ela quer ter uma vida própria, mas também quer estar com Don e fazer com que seu trabalho seja notado. É uma relação muito complexa que eles têm, mas isso é o que a torna tão interessante. Eles estão testando os limites de cada um. E mesmo que ela o aceite como ele é — e eles têm essa conexão física muito poderosa — ela não vai ser empurrada.

Mas Don não é necessariamente alguém que vai fazer uma mulher feliz.

Isso é verdade. Don não é um homem muito feliz, por isso não é parte de sua natureza espalhar felicidade para os outros ao seu redor, embora ele muitas vezes é nobre de sua própria maneira. Ele quer ser um homem melhor, mas ele foi danificado na vida e possui um trauma que o assombra. Don Draper é uma pessoa individualista.

Você tem alguma semelhança com a Megan?

Nós somos diferentes. Eu tendo a ser mais melancólica, apesar das pessoas falarem que eu adoro rir. Às vezes meu estado de espírito vai do céu ao inferno em questão de segundos. Mas acho que isso é útil quando você é um ator, porque você precisa mostrar diferentes emoções o tempo todo.

Você gosta da tensão sexual entre Megan e Don?

Isso é uma das coisas mais interessantes neste relacionamento. Há essa raiva e paixão, tudo conectado em um nível físico. O sentimento entre eles é muito curioso.

O seu sucesso em Mad Men reacendeu sua carreira, em geral.

Eu estou recebendo mais ofertas agora e há muitas oportunidades lá fora para mim. Houve um tempo em que foi bem difícil arrumar audições para filmes, diferente de hoje.

Você é uma espécie de símbolo sexual agora. Você gosta desse tipo de atenção?

Às vezes eu gosto sair com uma roupa mais sexy. Quando eu era jovem, tinha tem que lidar com muitos comentários e com homens que sempre tentavam me definir pela minha aparência. Eu odiava isso quanto estava começando, quando tentava ser levada a sério como atriz. Hoje, estou tranquila em relação a isso.

Como você lida com as cenas de nudez, como aquela que fez em A Ressaca?

Nunca tive muita inibição sobre isso e nunca foi uma grande preocupação para mim, desde que eu me sinta bem sobre o contexto e o próprio trabalho. Você não necessariamente gosta de ter fotos de topless de si mesmo na internet, mas você aprende a ignorar isso. O sexo é uma força motriz na vida e a nudez está obviamente ligada com isso. Expressar esse aspecto da vida quando você está atuando em um papel é importante. Atitudes também estão começando a mudar sobre nudez em Hollywood e não é mais um grande negócio…

Nós ouvimos dizer que você tem um novo namorado. Verdade?

[rs] Eu sou muito ruim no romance! Mas eu gosto de pensar que eu aprendi algumas lições ao longo do caminho, então talvez haja esperança para mim. Às vezes, você só precisa encontrar o cara certo! [rs]

Harold Von Kursk-Jornalista e diretor de cinema-DCM
sexta-feira, 24 de maio de 2013

Atriz de "Game of Thrones" comenta sobre polêmica de nudez na série

A atriz Oona Chaplin, a Talisa Maegyr de "Game of Thrones", contou que uma das atrizes da série não quer mais fazer cenas em que aparece nua por achar que isso denigre seu trabalho.

"Uma das meninas da série que mais teve seu figurino arrancado nas primeiras temporadas agora não faz nada, porque ela disse: 'Eu quero ser conhecida pela minha atuação não pelos meus seios", contou a neta de Chaplin ao jornal inglês "The Telegraph", sem revelar o nome da atriz.

Segundo a publicação, a atriz em questão seria Emilia Clarke, a princesa Daenerys Targaryen, que voltou a aparecer nua no último episódio do seriado.

Oona afirmou não ter problemas com cenas de nudez e disse apreciar o corpo das mulheres. "Se as cenas são feitas de um modo bonito, que exalte as formas femininas, fico feliz em vê-las", contou. Sinto-me confortável em tirar minhas roupas, então, se quiserem, eu direi, 'sim, mandem ver, estou nua, nenhum problema", acrescentou.

Do UOL, em São Paulo 23/05/2013
domingo, 19 de maio de 2013

Endeavour

Sinopse: O filme, situado na década de 1960, é um prelúdio de Inspetor Morse, produzida entre 1987 e 2000.

Na história, situada em 1965, uma garota de 15 anos desaparece em Oxford.

O Detetive Policial Endeavour Morse é convocado junto com outros para auxiliar nas investigações.

Com isso, Morse retorna à Universidade onde ele costumava frequentar o curso de Literatura, o qual abandonou para seguir carreira na polícia.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Nikita

Sinopse:

Resgatada de uma adolescência traumática por uma agência secreta dos EUA conhecida apenas por Division, Nikita foi treinada para ser uma espiã e assassina de primeira classe.

Traída pelos que julgava serem seus amigos, a espiã volta após passar 3 anos na clandestinidade à procura de vingança.

Continuando o mesmo esquema, a Division serve-se de novos jovens, que vêem suas vidas anteriores serem apagadas de modo a serem usados como assassinos frios e eficientes.

Dexter

Sinopse:

A série segue Dexter Morgan, que é um especialista forense em padrões de espalhamento de sangue que trabalha para o Departamento de Polícia de Miami.

Ele é também um serial killer, que mata pessoas que a polícia não consegue prender.

Ele precisa esconder sua vida dupla de sua irmã, de sua namorada e de seus colegas de trabalho.

Ele fica intrigado com um assassino que descobriu uma forma de matar mulheres sem deixar uma gota de sangue nos corpos.

Arrow

Sinopse:

Na série, Oliver Queen é um bilionário que sofre um naufrágio e fica preso durante cinco anos numa ilha deserta no meio do Pacífico, onde desenvolveu suas incríveis habilidades com arco e flecha.

Quando ele é resgatado, decide evitar os erros do passado e se dar uma chance de mudar.

Agora Oliver irá combater o crime e os problemas de Starling City como Arrow, que perde o Green dos quadrinhos da DC Comics.

Estão no elenco Stephen Amel, Colin Donnell, Katie Cassidy, David Ramsey, Willa Holland e Colin Salmon. A produção é de Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Andrew Kreisberg.

Breaking Bad

Sinopse:



Dos mesmos criadores de Arquivo X, mas não tem nada de sobrenatural nesta série.

A expressão “breaking bad” é usada quando uma coisa que já estava ruim, fica ainda pior.

E é exatamente isso que acontece com Walter White, um professor de química, que vivia sua vida “tranqüilamente” quando, boom, um diagnóstico terminal muda tudo. O liberta.

Ele começa a usar suas habilidades em química de outra forma: montando um laboratório de drogas para financiar o futuro de sua família.