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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Homeland: The Star [season finale]

Indo direto ao ponto: The Star, último episódio da terceira temporada, mostra do que Homeland  é capaz quando seus realizadores decidem ficar sóbrios e realmente fazer as coisas com vontade. Durante uma hora, a série aproveita o desdobrar político/militar do assassinato de Akbari para colocar suas personagens em conflito com os acontecimentos, tentando solucionar, aceitar, enfrentar e lidar com a situação. Ao mesmo tempo, investe em uma trama sólida, coerente, que foge de soluções fáceis, resultando em um episódio intenso que sequestra a atenção do espectador e só a devolve ao final.
A tensão se assenta já no início, quando acompanhamos Brody saindo do escritório de Akbari após mostrar para o ditador as formas letais de manusear uma almofada. Seguindo os passos escoltados do ex-fuzileiro quase tem tempo real, a cena atinge um suspense gigantesco ao adiar ao máximo possível o momento onde ele fica em segurança, usando também uma montagem paralela para mostrar que ele foi descoberto e gerando suspense em cima do suspense (OK, o lance de pararem ele para pedir o crachá foi bem óbvio, mas vamos deixar passar assim como ele passou). Enquanto isso, Javadi (personagem cada vez mais interessante) coloca a CIA em uma posição onde precisa escolher entre a vida de um agente ou o sucesso da missão – e, se Saul sequer hesita ao decidir pela primeira opção, Homeland coloca o dedo na ferida ao mostrar o resto da galera da agência fazendo a segunda opção acontecer com a conivência do presidente dos EUA, exibindo os valores falidos das instituições no que diz respeito à “guerra contra o terror”.
homeland the star
Além disso, essa decisão mostra o quão pouco Brody significa para todo mundo que não é a Carrie ou o Saul, mesmo que ele tenha levado a cabo uma missão que é o equivalente governamental a vencer o Super Bowl. E é assim, abandonado pela filha, pelo país, obrigado a matar o líder da única região que o recebeu de braços abertos (e ser odiado por essas pessoas), exaurido de qualquer coisa além da luta pela sobrevivência, que o ex-militar se encontra quando é resgatado por Carrie. Toda essa bagagem torna convincente o desabafo de Brody, questionando o que ele fez, o que estão fazendo e, como ele mesmo diz, sequer imagiando um futuro para si (não à toa, ao se olhar no espelho, metade do seu rosto está nas sombras). É um arco dramático extremamente complexo que Homeland tira de letra, beneficado pela atuação sensível de Damian Lewis, que ilustra o cansaço do sujeito em uma postura mais curvada e um tom bastante passivo nos diálogos.
É aí que Homeland  toma a decisão mais corajosa de toda a série até hoje, concluindo esse arco da única forma possível: a morte e “libertação” de Brody. E abraça essa libertação, mostrando a personagem em planos abertos mesmo quando na prisão e usando a direção de fotografia para contrastar sua situação com a dos outros – enquanto Brody, finalmente livre da luta, é fotografado com uma profundidade de campo comprida, Carrie, Saul e Javadi, ainda presos aos acontecimentos, surgem com uma profundidade de campo curtíssima sempre que aparecem em primeiro plano (uma abordagem que, ao desfocar o resto do ambiente, evidencia que para eles só importam os elementos relativos ao destino de Brody). Uma forma brilhante e sutil de mostrar para o espectador a paz e resignação alcançadas, tornando a cena da sua morte (e os momentos que a precedem) comovente a ponto de extrair lágrimas até do lutador de MMA mais durão.
É emblemático também que Saul se desligue da CIA após esse desfecho, visto seu envolvimento na coisa toda e também a “traição” por parte do país, que passou por cima da decisão dele para seguir por um caminho bastante questionável. Mas o grande peso cai em cima de Carrie, que mesmo com a gravidez, a promoção e o fato de que agora todos acreditam nela (precisou ela estar sempre certa por três temporadas, mas tudo bem) demonstra uma tristeza pela perda – algo que a série mostra sem exageros ou grandes rompantes dramáticos, preferindo investir em uma cena íntima na casa da protagonista onde ela se permite chorar (em uma atuação surpreendetemente contida de Claire Danes). Assim, após envolver o espectador nos conflitos e dificuldades encaradas pelas personagens durante um evento tão marcante, fortalecer a relação e os sentimentos deles, o episódio opta por um desfecho bastante minimalista, mas que, graças à força da narrativa e tudo que foi construído até ali, se mostra singelo e tocante. Se Carrie se despediu de Brody com uma estrela, Homeland se despede da terceira temporada com cinco.
Por André Costa
http://www.ligadoemserie.com.br/2013/12/homeland-the-star-season-finale/
terça-feira, 1 de outubro de 2013

The Blacklist:. primeiras impressões


The Blacklist era uma das séries mais esperadas nessa fall season e, assim como muitas outras, acabou deixando um certo gosto de de decepção ao longo de sua premiere, mesmo possuindo uma trama recheada de segredos.

A história está toda centrada em Raymond Reddington (James Spader), um criminoso muito procurado pelos Estados Unidos. Ele se entrega logo no início da trama ao FBI, e diz ter informações valiosas a respeito de Ranko Zamani, terrorista antes dado como morto pelo bureal. Reddington diz que este planeja sequestrar a filha do General, porém diz que só irá dar mais informações se conversar com Elizabeth Keen (Megan Boone), uma psicóloga forense de personalidade muito forte e recém-contratada. E dessa maneira começa o desenvolvimento da trama. E até ai ela lembra muito, mas muito mesmo a ideia de Silêncio dos Inocentes.

Logo, a polícia age para proteger a garotinha que está na mira dos bandidos, e quando estão prestes a retornar para um local seguro, são pegos em uma emboscada. Um confronto ocorre com diversas mortes e a menina é levada pelos vilões. Na sequência Elizabeth, juntamente de Raymond começam a trabalhar para tentar entender o plano do terrorista e, rapidamente chegam a conclusão de que este irá explodir uma bomba no zoológico da cidade. Ela não perde tempo e corre para o local a fim de evitar uma tragédia maior, e no fim consegue salvar a menina e a todos evitando a explosão. Já Zamani, acaba perseguido pelo agente Ressler (Diego Klattenhoff) e morto pelo mesmo.

Mas, o mais importante a ser comentado nessa premiere é como Reddington orquestrou todos os movimentos do FBI e como tudo ocorreu conforme o planejado por ele. O personagem mostrou que vai ter o controle absoluto dos demais e vai sempre estar um passo a frente de todos. Ao final do episódio, o criminoso revela um lista que contém o nome dos homens mais perigosos do mundo, que ele chama de Blacklist e diz que com a colaboração dele, os Estados Unidos poderão conseguir capturar todos os contidos nessa lista. Entretanto, é evidente, que ele faz uma série de exigências para que isso possa ser possível. Possivelmente, teremos a história focada em um criminoso por episódio e Elizabeth trabalhando em conjunto com Raymond para solucionar os casos.

E, um plot secundário que surge durante o piloto, é a respeito de Tom Keen (Ryan Eggold), o marido da psicóloga. Elizabeth, ao final, descobre diversos passaportes e muito dinheiro escondido , deixando-a incrédula de quem realmente é o homem com quem ela é casada. Esse arco poderá ser muito bem trabalhado, haja vista Reddington já ter alertado a moça previamente sobre Tom, o que mostra que o grande vilão da série parece ter total conhecimento sobre o casal e o passado de ambos.

The Blacklist tem uma estreia segura, apesar de algumas revira voltadas um tanto quanto previsíveis. Contudo veremos se a série conseguirá se sustentar nesse estilo de suspense com um pouco de drama e, também, no questão de se resolver um caso por semana, uma vez que muitas outras já fracassaram nesse formato. E muitas perguntas ficam ao final, o que realmente Reddington quer? Qual a relação dele com Keen? E quem é de verdade Tom Keen? Esperamos para ver se elas serão respondidas durante essa temporada.

Acesse o Artigo Original
http://caldeiraodeseries.blogspot.com/2013/09/primeiras-impressoes-blacklist.html#ixzz2gWiidtxU
terça-feira, 14 de maio de 2013

Nikita

Sinopse:

Resgatada de uma adolescência traumática por uma agência secreta dos EUA conhecida apenas por Division, Nikita foi treinada para ser uma espiã e assassina de primeira classe.

Traída pelos que julgava serem seus amigos, a espiã volta após passar 3 anos na clandestinidade à procura de vingança.

Continuando o mesmo esquema, a Division serve-se de novos jovens, que vêem suas vidas anteriores serem apagadas de modo a serem usados como assassinos frios e eficientes.