Nas duas últimas semanas, acabei deixando Pretty Little Liars acumular, mas a boa notícia (será?) é que agora podemos comentar tudo em dose dupla, até porque, os dois episódios estão bastante conectados. Mesmo assim, confesso, fiquei um tanto perdida e nem lembrava o que havia acontecido no segundo episódio dessa temporada. Nessa hora, o agradecimento fica para quem inventou o “previously”, que certamente é algo útil e que resume bem apenas o essencial, especialmente em séries como PLL que assumem a embromação como principal tática para manter o interesse do público.
A novidade do momento é o desejo abrasador de –A em destruir as famílias das Pirulitas. Ela conta, portanto, com a ajuda do quarteto de meninas mais burras de Rosewood para que seu plano dê certo e até aqui, tudo parece promissor. Nem mesmo os novos detetives que chegaram à cidade são capazes de estimular Aria, Spencer, Emily e Hanna a abrir o jogo e falar que estão sofrendo ameaças de morte há pelo menos dois ou três anos (no tempo da série, claro), porque na cabeça delas a melhor estratégia continua sendo a autoincriminação e as mentiras absurdas para conseguir informações cada vez mais vazias.
Enquanto menino Mike não volta (só continuo por conta dessa promessa estimulante) um importante foco é família Montgomery, já que Ella vai ter que viajar junto com o namorado padeiro para que ele não queime a rosca em Viena.
Aria é sempre muito compreensiva e vê aí uma chance de salvar a mãe das garras de –A. Além disso, ela passa dois episódios enganando o PROFESSOR de artes marciais, o que nos faz notar que existe aqui um padrão. Aria tem fetiche com educadores, minha gente. Só isso justifica trocar um professor por outro, mas até aí, tudo bem, porque essa nova opção está bem interessante. O moço, inclusive, não deve ter muito que fazer da vida ou a mulherada está escassa para ele, porque só isso justifica tanta paciência com as atitudes babacas de Aria, que quer um namorado pedante e não tem medo de assumir.
Escolhi começar com a trama mais fraca do momento porque ela é, pasmem, a que tem mais sentido nessa temporada. Todas as demais beiram o ridículo da falta de noção dos roteiristas, a começar pela de Emily. Então ela vai ao médico e insinua que já tomou um remédio e só por isso chamam o serviço social? NAONDE? Se Ezra não foi preso até hoje por pedofilia não é um comprimido (ou sete) para dor que vai fazer algum mal à família de Emily. Depois surgem com a desculpa de que alguém viu a discussão com a mãe a achou fora do limite ou dizem que uma discussão normal de família é motivo de polícia. Desculpem, mas não dá para aceitar nada disso. E para deixar tudo ainda mais crocantemente sem sentido, Emily vai ter que abrir mão do sonho de ser nadadora profissional e de morar com Paige (sim, aquela que tentou matá-la afogada, não canso de repetir) num dormitório de faculdade.
Dando continuidade à completa falta de lógica, temos Hanna andando livremente pela delegacia local, testemunhando revistas em cofres de bancos e tentando manipular detetives. Ao mesmo tempo, Ashley dá a maior pinta de culpada e Caleb toma bronca por trazer as únicas informações importantes sobre o que poderia ter acontecido. Mãe e filha produzem expressões faciais tão “EU JURO QUE NÃO FUI EU” que eu já as teria mandado para a cadeia por má atuação.
A cereja no topo do nosso bolinho de mentiras é a incrível descoberta de que Melissa tem culpa no cartório, mas não é –A. CEJURA? O lance das máscaras não poderia se mais patético porque afinal, TODO MUNDO JÁ SABE QUE ALI NÃO MORREU OU ALGO ASSIM. O que mata em PLL é que continuam insinuando exatamente as mesmas coisas que insinuavam na Season 1 e a história central nunca dá um passo à frente sem retroceder outros 2.
Engraçado é que –A está de olho na família de todas, menos na de Spencer, cujo maior problema agora é discutir casacos ideais para o clima londrino e tentar comprar uma vaga para a caçula numa Universidade da Ivy League. Spencer, sendo a gênia que se mostrou ao longo da série, deveria ser top 10 de Harvard, então essa história de que ela não entrou em uma faculdade é o fim da picada para qualquer um que entenda o mínimo sobre as melhores escolas americanas.
Não dá para esquecer, ainda, que Tobinha decidiu investigar o suicídio da mãe, que pode ter sido assassinada. Agora fica a pergunta: QUEM SE IMPORTA? SÉRIO, QUEM? Porque eu deveria me preocupar com uma pessoa que morreu num hospício muitos anos antes dessa história começar?
Não tem porque Alisson ou qualquer “garota loira” ter armado um assassinato de uma avulsa, prevendo que um dia o filho dessa pessoa namoraria uma das Pirulitas. Além disso, a mãe de Toby deve ter morrido faz um bom tempo, porque o pai dele teve tempo de casar com a mãe de Jenna e isso foi antes de Jenna ficar cega.
Ou seja, a menina loira, que tentam jogar como sendo Alisson ou sua gêmea (quem sabe?) teria que ser PIRRALHÍSSIMA. E aí pergunto: o que uma criança estava fazendo num asilo mental junto com adultos desequilibrados?
Pretty Little Liars continua zoando nossa cara e zombando da nossa inteligência o tempo todo e o pior é que essa história ruim vai se reproduzir em muitas mais, assim que Ravenswood fizer sua triunfal estreia.
P.S* Desculpem o atraso, mas nem acumulando dois episódios havia assunto para uma review inteira.
P.S* Saudade de quando, na Season 2, a gente só se divertia com PLL e seus absurdos.
Por Camis Barbieri-SeriesEmSeries
terça-feira, 9 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
FATIANDO O DEXTER: PERSONAGEM GANHA BOLO EM TAMANHO REAL!
Para celebrar a temporada final de Dexter no Reino Unido, o canal FOX (que exibe o drama do Showtime por lá) encomendou um bolo em tamanho real do nosso querido "serial killer" à artista Annabel de Vetten. http://www.annabeldevetten.co.uk/Com as mesmas dimensões do ator Michael C. Hall, o bolo demorou 100 horas para ficar pronto. Vejam o resultado:
E aí, alguém ficou desejando um pedacinho? :P Fonte: BuzzFeedhttp://www.buzzfeed.com/periwinklejones/dexter-cake-is-deliciously-murderous-adho
http://caldeiraodeseries.blogspot.com.br/2013/07/fatiando-o-dexter-personagem-ganha-bolo.html#more
E aí, alguém ficou desejando um pedacinho? :P Fonte: BuzzFeedhttp://www.buzzfeed.com/periwinklejones/dexter-cake-is-deliciously-murderous-adho
http://caldeiraodeseries.blogspot.com.br/2013/07/fatiando-o-dexter-personagem-ganha-bolo.html#more
Under the Dome 1x02 :. The Fire
A tensão começou a se espalhar por Chester’s Mill! Uma coisa que senti falta no piloto foi exatamente uma agitação maior por parte dos residentes da cidade “enclausurada”. Todos se comportavam como se a redoma fosse desaparecer a qualquer momento, ao invés de surtarem por estarem presos e não saberem quando terão contato com o resto do mundo novamente. Felizmente as coisas começam a pegar fogo neste segundo episódio, literalmente!
Como cada episódio representa um dia na vida dos “Chestersmillenses”, acompanhamos o segundo dia pós-redoma. Descobrimos algumas informações novas sobre a barreira invisível, como, por exemplo, que ela é capaz de deixar atravessar pequenas doses de água, mas não fumaça. O garoto Joe é um dos únicos estudando a redoma do lado de dentro, e usou seu conhecimento matemático pra calcular o diâmetro da enorme barreira: aproximadamente 10 quilômetros.
Para nos ajudar a entender melhor as “regras da redoma”, o canal CBS liberou uma listinha de coisas relacionadas a misteriosa barreira invisível. Vejamos:
1)Você levará um choque na primeira vez que tocar a redoma, mas depois não vai mais. (hm, curioso...)
2)Aviso: Aqueles com marca-passo ou equipamentos a bateria nunca devem tocar a redoma! (Se o Duke tivesse lido essa regra antes
estaria vivo agora!)
3)A redoma é semipermeável. Vestígios de água podem atravessar de ambos os lados. (Bom saber... ¬¬)
4)A redoma produz seu próprio micro-clima. (Olha só!)
5)As nuvens podem se reunir dentro da redoma. (Ok)
6)Haverá vento dentro da redoma. (Ok[2])
7)A mudança climática da Terra não está afetando a redoma. (Pode estar caindo o céu lá fora, mas dentro da redoma fazendo um maior solzão... É isso?)
8)Não é possível fazer ligações telefônica de dentro da redoma. (Ah...)
9)Não tem wi-fi dentro da redoma. (ME MATA!)
10)Não tem sinais de TV dentro da redoma. (WTF! Sem séries?! ME MATA![2])
Do lado de fora, os militares continuam montando guarda e fazendo experimentos. Porém, estão pouco se lixando pra galera que está do lado de dentro. Tudo bem ignorarem as tentativas da jornalista Julia de fazer contato, mas acho muito estranho os cientistas não perguntarem pro Joe se tava vazando água pela barreira. Como é que eles vão obter respostas se não usarem as pessoas que estão dentro da redoma?! Não faz sentido, faz?
E o desfecho do “cliffhanger” do primeiro episódio foi trágico: o xerife Duke não sobreviveu à explosão de seu marca-passo! E logo ele, que parecia ser um dos personagens principais da série e guardião de alguns dos segredos mais obscuros da cidade... Uma pena. Mas sua morte possibilitou um “rebuliço” na máfia do Propano, que além do Big Jim, tem também o reverendo Coggins como membro. E que reverendo mais f**, esse, hein! E que segredo todo é esse envolvendo propano? Deve ser algum MUITO importante pra justificar tanto alarde...
Falando em morte, tivemos um flashback revelador do embate entre o Barbie e o Peter, marido da Julia. O médico morreu da forma mais clichê possível: num confronto com arma carregada e tiro disparado sem querer, querendo. Bastou um tiro e “ploft”, Peter morreu. Isso serviu apenas pra mostrar que o Barbie não é um “bad guy”, apenas agiu em legítima defesa. Mas ainda temos que descobrir muito mais sobre o “forasteiro” antes de rotulá-lo de mocinho da trama... Embora seus atos estejam se tornando sendo cada vez mais heroicos.
Enquanto isso, Junior continua alimentando seu lado vilão! Continuo não suportando o personagem (e olha que estamos apenas no segundo episódio) e seu ciúme desenfreado pela Angie. Pelo menos descobrimos qual é o objetivo do rapaz: ele quer “curar” a (ex)namorada por achar que sua mente foi afetada pela redoma. Será que a teoria do filho do Big Jim tem algum fundamento? Será que ele sabe mesmo o que está acontecendo, como alegou? Hm, para as duas perguntas minha resposta seria “não”. Ele tá apenas surtado. Não duvido nada que ele fundamente suas suspeitas com religião – é tudo obra do capeta!!!
Ah, e pelo menos a única estação de rádio que ainda funciona na cidade vai ter uma finalidade, digamos, mais vantajosa... Graças a Julia, os residentes de Chester’s Mill agora tem um programa de notícias para informar sobre o que for descoberto sobre a redoma, e o programa se chama... Under the Dome! Taí a justificativa pro nome da série! :P
O que gostaria de ter visto mais neste segundo episódio era um mergulho maior em alguns personagens, já que é para eles que estou tentando direcionar meu interesse pela série. Por enquanto só tivemos uma abordagem mais superficial, mostrando que ninguém (ou pelos menos algumas pessoas, como o Barbie e o Big Jim) é inteiramente bom ou mau. Isso é bom, pois quando mais nuances tiverem os personagens, melhor a trama pode ficar. E o caos que promete começar a ganhar força – e foi iniciado pelo incêndio na casa do finado Duke --, tem tudo para fazer com que muitos deixam aflorar seu pior lado. Prova disso foi o que aconteceu com o tal policial que surtou e acabou matando o colega ao dar um tiro em direção à redoma -- É, ser policial nessa cidade não é uma boa... Te cuida, Linda!
Vamos ver até quando vai durar essa política de boa vizinhança... Logo, logo vai estar todo mundo querendo preservar seu estoque de alimentos e lutando por sua própria sobrevivência (pelo menos é o que espero). Vou ser sincero com vocês, ainda não estou convencido de que Under the Dome é uma série que vale a pena acompanhar. Mas como ela se tornou o "hit do verão" (sério, não se fala em outra coisa! :P), vou continuar assistindo-a e comentando-a por aqui até onde conseguir, blz?
Acesse o Artigo Original: http://caldeiraodeseries.blogspot.com/2013/07/under-dome-1x02-fire.html#ixzz2YEBHepjE
Por Mano-Caldeirão das Séries
Como cada episódio representa um dia na vida dos “Chestersmillenses”, acompanhamos o segundo dia pós-redoma. Descobrimos algumas informações novas sobre a barreira invisível, como, por exemplo, que ela é capaz de deixar atravessar pequenas doses de água, mas não fumaça. O garoto Joe é um dos únicos estudando a redoma do lado de dentro, e usou seu conhecimento matemático pra calcular o diâmetro da enorme barreira: aproximadamente 10 quilômetros.
Para nos ajudar a entender melhor as “regras da redoma”, o canal CBS liberou uma listinha de coisas relacionadas a misteriosa barreira invisível. Vejamos:
1)Você levará um choque na primeira vez que tocar a redoma, mas depois não vai mais. (hm, curioso...)
2)Aviso: Aqueles com marca-passo ou equipamentos a bateria nunca devem tocar a redoma! (Se o Duke tivesse lido essa regra antes
estaria vivo agora!)
3)A redoma é semipermeável. Vestígios de água podem atravessar de ambos os lados. (Bom saber... ¬¬)
4)A redoma produz seu próprio micro-clima. (Olha só!)
5)As nuvens podem se reunir dentro da redoma. (Ok)
6)Haverá vento dentro da redoma. (Ok[2])
7)A mudança climática da Terra não está afetando a redoma. (Pode estar caindo o céu lá fora, mas dentro da redoma fazendo um maior solzão... É isso?)
8)Não é possível fazer ligações telefônica de dentro da redoma. (Ah...)
9)Não tem wi-fi dentro da redoma. (ME MATA!)
10)Não tem sinais de TV dentro da redoma. (WTF! Sem séries?! ME MATA![2])
Do lado de fora, os militares continuam montando guarda e fazendo experimentos. Porém, estão pouco se lixando pra galera que está do lado de dentro. Tudo bem ignorarem as tentativas da jornalista Julia de fazer contato, mas acho muito estranho os cientistas não perguntarem pro Joe se tava vazando água pela barreira. Como é que eles vão obter respostas se não usarem as pessoas que estão dentro da redoma?! Não faz sentido, faz?
E o desfecho do “cliffhanger” do primeiro episódio foi trágico: o xerife Duke não sobreviveu à explosão de seu marca-passo! E logo ele, que parecia ser um dos personagens principais da série e guardião de alguns dos segredos mais obscuros da cidade... Uma pena. Mas sua morte possibilitou um “rebuliço” na máfia do Propano, que além do Big Jim, tem também o reverendo Coggins como membro. E que reverendo mais f**, esse, hein! E que segredo todo é esse envolvendo propano? Deve ser algum MUITO importante pra justificar tanto alarde...
Falando em morte, tivemos um flashback revelador do embate entre o Barbie e o Peter, marido da Julia. O médico morreu da forma mais clichê possível: num confronto com arma carregada e tiro disparado sem querer, querendo. Bastou um tiro e “ploft”, Peter morreu. Isso serviu apenas pra mostrar que o Barbie não é um “bad guy”, apenas agiu em legítima defesa. Mas ainda temos que descobrir muito mais sobre o “forasteiro” antes de rotulá-lo de mocinho da trama... Embora seus atos estejam se tornando sendo cada vez mais heroicos.
Enquanto isso, Junior continua alimentando seu lado vilão! Continuo não suportando o personagem (e olha que estamos apenas no segundo episódio) e seu ciúme desenfreado pela Angie. Pelo menos descobrimos qual é o objetivo do rapaz: ele quer “curar” a (ex)namorada por achar que sua mente foi afetada pela redoma. Será que a teoria do filho do Big Jim tem algum fundamento? Será que ele sabe mesmo o que está acontecendo, como alegou? Hm, para as duas perguntas minha resposta seria “não”. Ele tá apenas surtado. Não duvido nada que ele fundamente suas suspeitas com religião – é tudo obra do capeta!!!
Ah, e pelo menos a única estação de rádio que ainda funciona na cidade vai ter uma finalidade, digamos, mais vantajosa... Graças a Julia, os residentes de Chester’s Mill agora tem um programa de notícias para informar sobre o que for descoberto sobre a redoma, e o programa se chama... Under the Dome! Taí a justificativa pro nome da série! :P
O que gostaria de ter visto mais neste segundo episódio era um mergulho maior em alguns personagens, já que é para eles que estou tentando direcionar meu interesse pela série. Por enquanto só tivemos uma abordagem mais superficial, mostrando que ninguém (ou pelos menos algumas pessoas, como o Barbie e o Big Jim) é inteiramente bom ou mau. Isso é bom, pois quando mais nuances tiverem os personagens, melhor a trama pode ficar. E o caos que promete começar a ganhar força – e foi iniciado pelo incêndio na casa do finado Duke --, tem tudo para fazer com que muitos deixam aflorar seu pior lado. Prova disso foi o que aconteceu com o tal policial que surtou e acabou matando o colega ao dar um tiro em direção à redoma -- É, ser policial nessa cidade não é uma boa... Te cuida, Linda!
Vamos ver até quando vai durar essa política de boa vizinhança... Logo, logo vai estar todo mundo querendo preservar seu estoque de alimentos e lutando por sua própria sobrevivência (pelo menos é o que espero). Vou ser sincero com vocês, ainda não estou convencido de que Under the Dome é uma série que vale a pena acompanhar. Mas como ela se tornou o "hit do verão" (sério, não se fala em outra coisa! :P), vou continuar assistindo-a e comentando-a por aqui até onde conseguir, blz?
Acesse o Artigo Original: http://caldeiraodeseries.blogspot.com/2013/07/under-dome-1x02-fire.html#ixzz2YEBHepjE
Por Mano-Caldeirão das Séries
terça-feira, 2 de julho de 2013
Seria esta a mais perfeita descrição de Dexter? Se sim, estive hoje mais certa de que o serial killer mais amado da América está realmente perto do fim. Dexter, que bom que você voltou, e que falta você fez. Cabe a nós, meros voyers da atribulada vida do analista forense mais perigoso de Miami, aproveitar os últimos 12 relatos desta sanguinária história.
Penso eu que Scott Buck não poderia ter começado com o pé mais direito: afinal a morte de LaGuerta não poderia resolver mais uma vez os problemas de Dex, ao contrário do que o próprio serial killer tinha imaginado. Dexter caçou tanto a confusão na temporada anterior que ela finalmente chegou a ele, e de uma maneira que nem ele imaginava que iria alcançá-lo: através de Deb.
Aliás, quero abrir um parênteses aqui, antes de continuar a review do episódio, para saudar a maravilhosa e impecável atuação de Jennifer Carpenter neste caótico episódio da season finale. A atriz, que já andava merecendo um Emmy há algumas temporadas, deixou qualquer interpretação deste episódio no chão (inclusive a de Michael C.Hall, sempre impecável). Carpenter hoje, para mim, mereceu um Oscar. Ela desconstruiu uma Debra que amávamos (ou amávamos odiar) de tal maneira que, ao menos na minha opinião, deu medo. Medo porque acho que nunca imaginei que Deb poderia chegar num patamar tão baixo, com drogas, armas e bebidas, mas mais ainda, porque nunca acreditei que ela conseguiria odiar Dexter. E se este ódio realmente existe, a situação é muito preocupante para o serial killer e, porque não, para nós também.
Deb desconstruida, e perigosa?
Voltando ao episódio, acho que foi interessante nos mostrar como os irmãos Morgan respondem de maneiras diferentes ao ocorrido na season finale da 7ª temporada. Dexter, como ocorreu após a morte de Doakes, sentiu que havia renascido das trevas (dai o título “A Beautiful Day”), afinal sem Maria e sem James na sua cola ele poderia voltar a fazer o que mais sabe: matar para “controlar seu caos”. O vemos voltando ao grupo de boliche, treinando o time de futebol de Harrison e até arrumando alguns romances ocasionais (sem é claro esquecer de Hannah). Ele sabia que Deb estava mal, só não sabia que ela estava tão mal. E para Dex sua irmã sempre foi uma espécie de porto seguro, a quem ele sempre podia recorrer em qualquer situação. A ausência dela, e mais, as palavras que saíram de sua boca (“eu atirei na pessoa errada naquele trailler”) doeram no nosso analista forense, e doeram tanto que, logo em seguida, Dexter se perdeu: agrediu um homem em uma briga de trânsito, foi rude com Batista sobre a situação de LaGuerta, e, a pior de suas atitudes, colocou seu próprio filho em perigo. E além de tudo isto, ele ainda provou que sua presença é extremamente prejudicial para sua irmã, colocando-a, mais uma vez, como cúmplice de um crime. Eu vi um Dexter caótico no final deste episódio, e ao meu ver, a tendência é só piorar.
“Sou eu que estou perdido. Uma pessoa melhor deixaria ela ir, mas eu não sei como. Sem ela eu não sei quem eu sou mais.” – Dexter
Seria Harrison mais uma vítima das irresponsabilidades de Dex?
Gostaria de ressaltar um ponto altamente positivo do episódio que foi a presença da Dra Evelin Vogel no enredo que embalará esta temporada. Eu gosto de ameaças ao Dexter, mas esta mulher ainda não mostrou ao que veio e porque ela procura o serial killer. A revelação sobre o código de Harry no final do episódio deixou um gancho excelente para a participação da mesma nos próximos que irão por vir e, pelas cenas exibidas junto com os créditos, podemos saber que a situação só piora para Dex.
Junto com ela me agrada que Quinn parece que, finalmente, terá alguma relevância para a série (aquele plot na 5ª temporada não me convenceu que ele era um personagem importante), espero também um Batista com sede de vingança pela morte de Maria LaGuerta e uma Jamie menos inocente em relação ao pai de Harrison. De Massuka ainda não sei o que esperar, além das piadinhas sexualmente incorretas. Só sei que, no final das contas, por mais que meu coração sempre torça para que Dexter saia ileso, eu quero uma temporada que retire o máximo das atuações de Hall e Carpenter, mesmo que eu tenha que sofrer no final.
Dexter e Vogel: há algo muito estranho por ai.
- Observações:
*Ponto positivo para a fotografia do episódio: jogos de câmera espetaculares, lembrando o porquê esta série é tão especial.
*Que saudade que eu estava da abertura de Dexter. Até parei para ver (e escutar) todas as cenas. Épica.
*Fuckingpassword. Dexter conhece a irmã de maneira suficiente para saber a sua senha favorita.
*MCH me faz chorar com suas atuações. Ele sempre se supera. É um mito. E Carpenter, novamente, digna de Oscar.
*Jesus F****** Christ Dexter! Eu juro que estava com saudade da boca suja de Deb.
Até semana que vem!
Escrito por Marina Sousa em 1 de julho de 2013 |
Dexter – 8×01 A Beautiful Day
“Serial Killers não tem inimigos. Todos são uma vítima em potencial.” – Dra. Evelin Vogel
Seria esta a mais perfeita descrição de Dexter? Se sim, estive hoje mais certa de que o serial killer mais amado da América está realmente perto do fim. Dexter, que bom que você voltou, e que falta você fez. Cabe a nós, meros voyers da atribulada vida do analista forense mais perigoso de Miami, aproveitar os últimos 12 relatos desta sanguinária história.
Penso eu que Scott Buck não poderia ter começado com o pé mais direito: afinal a morte de LaGuerta não poderia resolver mais uma vez os problemas de Dex, ao contrário do que o próprio serial killer tinha imaginado. Dexter caçou tanto a confusão na temporada anterior que ela finalmente chegou a ele, e de uma maneira que nem ele imaginava que iria alcançá-lo: através de Deb.
Aliás, quero abrir um parênteses aqui, antes de continuar a review do episódio, para saudar a maravilhosa e impecável atuação de Jennifer Carpenter neste caótico episódio da season finale. A atriz, que já andava merecendo um Emmy há algumas temporadas, deixou qualquer interpretação deste episódio no chão (inclusive a de Michael C.Hall, sempre impecável). Carpenter hoje, para mim, mereceu um Oscar. Ela desconstruiu uma Debra que amávamos (ou amávamos odiar) de tal maneira que, ao menos na minha opinião, deu medo. Medo porque acho que nunca imaginei que Deb poderia chegar num patamar tão baixo, com drogas, armas e bebidas, mas mais ainda, porque nunca acreditei que ela conseguiria odiar Dexter. E se este ódio realmente existe, a situação é muito preocupante para o serial killer e, porque não, para nós também.
Deb desconstruida, e perigosa?
Voltando ao episódio, acho que foi interessante nos mostrar como os irmãos Morgan respondem de maneiras diferentes ao ocorrido na season finale da 7ª temporada. Dexter, como ocorreu após a morte de Doakes, sentiu que havia renascido das trevas (dai o título “A Beautiful Day”), afinal sem Maria e sem James na sua cola ele poderia voltar a fazer o que mais sabe: matar para “controlar seu caos”. O vemos voltando ao grupo de boliche, treinando o time de futebol de Harrison e até arrumando alguns romances ocasionais (sem é claro esquecer de Hannah). Ele sabia que Deb estava mal, só não sabia que ela estava tão mal. E para Dex sua irmã sempre foi uma espécie de porto seguro, a quem ele sempre podia recorrer em qualquer situação. A ausência dela, e mais, as palavras que saíram de sua boca (“eu atirei na pessoa errada naquele trailler”) doeram no nosso analista forense, e doeram tanto que, logo em seguida, Dexter se perdeu: agrediu um homem em uma briga de trânsito, foi rude com Batista sobre a situação de LaGuerta, e, a pior de suas atitudes, colocou seu próprio filho em perigo. E além de tudo isto, ele ainda provou que sua presença é extremamente prejudicial para sua irmã, colocando-a, mais uma vez, como cúmplice de um crime. Eu vi um Dexter caótico no final deste episódio, e ao meu ver, a tendência é só piorar.
“Sou eu que estou perdido. Uma pessoa melhor deixaria ela ir, mas eu não sei como. Sem ela eu não sei quem eu sou mais.” – Dexter
Seria Harrison mais uma vítima das irresponsabilidades de Dex?
Gostaria de ressaltar um ponto altamente positivo do episódio que foi a presença da Dra Evelin Vogel no enredo que embalará esta temporada. Eu gosto de ameaças ao Dexter, mas esta mulher ainda não mostrou ao que veio e porque ela procura o serial killer. A revelação sobre o código de Harry no final do episódio deixou um gancho excelente para a participação da mesma nos próximos que irão por vir e, pelas cenas exibidas junto com os créditos, podemos saber que a situação só piora para Dex.
Junto com ela me agrada que Quinn parece que, finalmente, terá alguma relevância para a série (aquele plot na 5ª temporada não me convenceu que ele era um personagem importante), espero também um Batista com sede de vingança pela morte de Maria LaGuerta e uma Jamie menos inocente em relação ao pai de Harrison. De Massuka ainda não sei o que esperar, além das piadinhas sexualmente incorretas. Só sei que, no final das contas, por mais que meu coração sempre torça para que Dexter saia ileso, eu quero uma temporada que retire o máximo das atuações de Hall e Carpenter, mesmo que eu tenha que sofrer no final.
Dexter e Vogel: há algo muito estranho por ai.
- Observações:
*Ponto positivo para a fotografia do episódio: jogos de câmera espetaculares, lembrando o porquê esta série é tão especial.
*Que saudade que eu estava da abertura de Dexter. Até parei para ver (e escutar) todas as cenas. Épica.
*Fuckingpassword. Dexter conhece a irmã de maneira suficiente para saber a sua senha favorita.
*MCH me faz chorar com suas atuações. Ele sempre se supera. É um mito. E Carpenter, novamente, digna de Oscar.
*Jesus F****** Christ Dexter! Eu juro que estava com saudade da boca suja de Deb.
Até semana que vem!
Escrito por Marina Sousa em 1 de julho de 2013 |
sábado, 29 de junho de 2013
Pretty Little Liars 4x03: "Cat’s Cradle"
Mais um episódio de PLL! Cat’s Cradle, em comparação aos outros dois episódios dessa temporada, foi muito calmo e cheio de pontos altos e baixos. A inserção de novas histórias e a quebra do ritmo desagradou, mas algumas pistas importantes foram reveladas.
Começamos o episódio com as meninas reunidas. Emily pegou algumas coisas velhas de Alison na casa dos DiLaurentis na esperança de encontrar alguma pista. Dentro da bolsa elas acham uma máscara enfeitada, que a princípio era só mais uma máscara qualquer, mas depois revelou ser uma pista (falaremos sobre isso daqui a pouco). Elas ainda estão incertas sobre as intenções de Mona, e querem esconder tudo que encontrarem dela, mas isso não foi necessário porque Mona não apareceu hoje. O desaparecimento dela quebrou o ritmo da série, já que agora tudo girava em torno da “nova Liar” e suas revelações.
Em PLL, alguns personagens passam tanto tempo sumidos que nós até esquecemos que eles existem. Ella e Zack só apareceram para nos informar que irão sumir de novo, devido a uma viagem de Zack à Áustria que irá durar um ano. Ele convida Ella para ir com ele, mas ela fica um pouco receosa porque não quer deixar Aria sozinha. No fim, Aria diz a mãe para ir viajar. Acredito que o que mais pesou na decisão de Aria é a situação com a mãe de Emily (falaremos sobre isso daqui a pouco). Foi uma boa escolha afastar sua mãe de tudo isso que anda acontecendo.
Mesmo que Aria diga que não irá, acredito que agora ela ficará mesmo sozinha. Seu irmão, Mike, está tão sumido que nem mesmo a mãe se lembra dele, e seu pai Byron, nem se fala. Fez tanto mistério e sumiu de repente. Pelo menos agora ela tem um novo namorado para lhe fazer companhia, que apareceu bastante nesse episódio. Foi mostrado que os dois estão juntos somente para dar uma nova história para Aria, agora que ela não tem mais o Mr. Fitz nem seus familiares por perto.
Outra expert em sumir e reaparecer na série é Melissa. Todas as vezes que alguma suspeita cai em cima dela, ela dá uma desculpinha qualquer e some da série. Ela apareceu no episódio de hoje, mas acredito nos próximos episódios irá desaparecer de novo, devido ao novo emprego. Concordo com a Spencer, ela sempre arranja uma desculpa para sair da cidade quando as coisas começam a ficar agitadas.
Toby continua atormentado com a história sobre a morte de Marion. Segundo o que o médico escreveu, sua mãe roubou uma chave, abriu uma janela e pulou. Spencer e ele foram até o Radley e refizeram os últimos passos de Marion. Concordo com Spencer, não tem como a mãe de Toby ter pulado daquela janela. Ou ela foi empurrada, ou ela pulou de outro lugar.
Uma coisa interessante que Toby afirma é que –A é uma mulher. Realmente, -A parece ser uma mulher, mas eu acredito que seja assim porque –A quer dar a entender que ela/ele é a Alison. Ninguém nunca questionou se era ou não mulher, então é estranho Toby falar isso. Será que ele sabe de alguma coisa?
Hanna está desesperada para encontrar um álibi para a mãe, por isso passou o episódio todo a questionando sobre o que ela havia feito em NY. Ela disse que ficou o tempo todo no escritório, e depois foi ao teatro com seus colegas de trabalho. O álibi de Ashley se quebrou quando ela recebeu algumas flores e Hanna encontra o bilhete que dizia claramente que Ashley não foi à peça. Estou curiosa para saber como Ashley irá apresentar seu álibi à polícia. Todos os seus colegas sabem que ela não foi à peça e ela não pode provar que estava no hotel. O que será que ela irá falar?
Hanna vai até a delegacia falar com Pam, em busca de ajuda para Ashley e se depara com um quadro cheio de fotos e observações na sala de Holbrook. Ela tenta tirar algumas fotos, mas o investigador aparece e a impede. Ao contrário de Wilden, Holbrook não brinca em serviço, e está investigando a fundo a morte do ex-investigador, ligando-a as mortes anteriores. Ele começou fazendo esse mural que é uma espécie de mapa rizomático, onde colocou todas as pessoas que poderiam estar envolvidas com Wilden e várias observações sobre elas.
O mural de Wilden faz referencia ao título do episódio, a tão famosa “cama de gato”. Para quem não se lembra, essa é uma brincadeira infantil cujo objetivo é fazer figuras com um barbante entre os dedos. Nem é preciso dizer por que o mural lembra tanto a brincadeira. Uma coisa interessante que eu percebi é que ele colocou todas as pessoas que poderiam estar envolvidas, até mesmo personagens instáveis como o Mike e a Dra. Sullivan, mas esqueceu de alguns personagens importantes que tem ligações com algumas pessoas que estavam ali, como Jason e Ezra. Além disso, há algumas pessoas estranhas naquele quadro, que eu acredito serem familiares e conhecidos de Wilden ou algum outro personagem.
Melissa também estava na delegacia, mas acredito que Holbrook tenha a chamado para interrogá-la, antes que ela desapareça de novo. Como vimos no quadro, ele sabe que Melissa é “esperta demais para ser pega”, então deve tomar mais cuidado com ela.
Calleb também voltou (e provavelmente irá sumir em breve, já que ele irá participar de Raveswood, a spin-off da série). Depois de toda aquela confusão, ele achou o seu pai e os dois estão bem novamente. De volta a Rosewood, ele está ajudando Hanna com Ashley.
Achei que a situação de Ashley não poderia piorar, mas me enganei. Calleb procurou Tom, o pai de Hanna, para contar tudo que está acontecendo com a Hanna e Ashley. Acho que Tom ainda não desculpou Hanna pelo que aconteceu com o vestido e com Kate, por isso foi um pouco grosso com Calleb quando ele o questionou. No fim, ele disse que Ashley o procurou naquela noite pedindo uma quantia de dinheiro que ele não tinha. Ele foi atender Isabelle (sua mulher) e quando voltou, Ashley tinha ido embora, e a arma que ele mantinha em sua gaveta no escritório também havia sumido. Será que Wilden estava chantageando Ashley e ela decidiu dar uma quantia em dinheiro para ele deixá-la em paz? Isso explica porque eles se encontraram naquela noite.
Não acredito que ela tenha matado-o, mesmo que tivesse um motivo e uma arma. A situação dela está bem parecida com a de Byron, na temporada passada. Quanto mais culpada ela parece, mais inocente eu acredito que ela seja. Pela forma como ela brigou com Hanna, depois que Hanna achou o bilhete das flores no lixo, dá para perceber que ela está desesperada. Ashley tem esse jeito estranho de resolver as coisas, um pouco impulsivo, por isso dá para imaginá-la atirando em Wilden, mas acredito que se ela tivesse feito isso, teria se desesperado depois de dar o primeiro tiro e teria fugido. Wilden recebeu vários tiros, Ashley não teria coragem de ter feito isso, mas ela é uma suspeita, por isso está tentando cavar um buraco e jogar todas as evidências de que ela estava na cidade dentro dele. E mesmo que ela não tenha matado Wilden, ela já o atropelou e já saiu com ele para que o registro de Hanna na polícia sumisse. Se a polícia descobrisse isso, as consequências seriam graves.
A nova estratégia de –A é eliminar as mamães de Rosewood. Não entendi a explosão de Pam por causa dos remédios. Achei desnecessário o escândalo dela na porta da escola, ela fez a filha passar vergonha na frente de todo mundo e arranjou problemas para si. Alguém ligou para a assistente social e disse que Pam é negligente, por isso Emily se envolveu em tantos problemas. Parece que a situação é mesmo séria, já que o pai de Emily irá voltar para Rosewood e –A enviou uma foto de Pam atrás das grades. Para mim, no fim, essa história não levará a lugar nenhum.
Aria descobre que debaixo daquela máscara que elas acharam, havia outra, igual ao rosto de Alison. No verso elas acham o nome e o telefone de Hector Lime, o artesão e vão atrás dele. No ateliê, Hector disse que Ali o procurou depois que ele colocou um anúncio na internet procurando uma modelo para um de seus trabalhos. Isso é bem típico da Alison, achar que seria perfeito imortalizar seu rosto em uma máscara. Para contar tudo que sabe, Hector propõe que Emily seja sua modelo, e ela aceita.
Ele disse que Ali queria dar uma máscara para todos os seus amigos, então imagino que várias máscaras estão espalhadas por aí. Ali deve ter feito muitas, já que pediu a Hector para quebrar o molde depois que terminou. Enquanto Emily faz a sua máscara, Hanna entra numa sala e pega um molde escondida. Fiquei com medo de que ele matasse Emily, porque ela estava sem respirar por causa daquela massa em seu rosto, mas tudo correu bem. Imagino que –A dará um jeito de conseguir uma máscara com o rosto de Emily para assustar as meninas.
As Liars disseram que o molde que Hanna pegou era de Melissa, mas para mim parece mais com a Jenna. As duas tem um formato de rosto bem parecido, mas é possível diferencia-las pelo nariz. O de Jenna é idêntico ao do molde. O mais importante é saber por que aquele molde existe e onde estão as máscaras feitas com ele.
E o episódio termina com a pergunta de Melissa. Há algum tempo atrás, Spencer perguntou a ela o que ela faria se tivesse que escolher entre proteger a si mesma e proteger quem ela ama. Agora Melissa faz essa pergunta a Spencer. O que vocês acham que ela vai responder?
Nas cenas finais, vemos –A ouvindo um disco de vinil em uma vitrola e analisando o raio-x do ombro de Emily. O que será que há de tão importante nesse raio-x? O mais interessante da cena é o nome do disco: dry bones.
Até o próximo episódio!
Escrito por Grasi-Caldeirão da Series
Começamos o episódio com as meninas reunidas. Emily pegou algumas coisas velhas de Alison na casa dos DiLaurentis na esperança de encontrar alguma pista. Dentro da bolsa elas acham uma máscara enfeitada, que a princípio era só mais uma máscara qualquer, mas depois revelou ser uma pista (falaremos sobre isso daqui a pouco). Elas ainda estão incertas sobre as intenções de Mona, e querem esconder tudo que encontrarem dela, mas isso não foi necessário porque Mona não apareceu hoje. O desaparecimento dela quebrou o ritmo da série, já que agora tudo girava em torno da “nova Liar” e suas revelações.
Em PLL, alguns personagens passam tanto tempo sumidos que nós até esquecemos que eles existem. Ella e Zack só apareceram para nos informar que irão sumir de novo, devido a uma viagem de Zack à Áustria que irá durar um ano. Ele convida Ella para ir com ele, mas ela fica um pouco receosa porque não quer deixar Aria sozinha. No fim, Aria diz a mãe para ir viajar. Acredito que o que mais pesou na decisão de Aria é a situação com a mãe de Emily (falaremos sobre isso daqui a pouco). Foi uma boa escolha afastar sua mãe de tudo isso que anda acontecendo.
Mesmo que Aria diga que não irá, acredito que agora ela ficará mesmo sozinha. Seu irmão, Mike, está tão sumido que nem mesmo a mãe se lembra dele, e seu pai Byron, nem se fala. Fez tanto mistério e sumiu de repente. Pelo menos agora ela tem um novo namorado para lhe fazer companhia, que apareceu bastante nesse episódio. Foi mostrado que os dois estão juntos somente para dar uma nova história para Aria, agora que ela não tem mais o Mr. Fitz nem seus familiares por perto.
Outra expert em sumir e reaparecer na série é Melissa. Todas as vezes que alguma suspeita cai em cima dela, ela dá uma desculpinha qualquer e some da série. Ela apareceu no episódio de hoje, mas acredito nos próximos episódios irá desaparecer de novo, devido ao novo emprego. Concordo com a Spencer, ela sempre arranja uma desculpa para sair da cidade quando as coisas começam a ficar agitadas.
Toby continua atormentado com a história sobre a morte de Marion. Segundo o que o médico escreveu, sua mãe roubou uma chave, abriu uma janela e pulou. Spencer e ele foram até o Radley e refizeram os últimos passos de Marion. Concordo com Spencer, não tem como a mãe de Toby ter pulado daquela janela. Ou ela foi empurrada, ou ela pulou de outro lugar.
Uma coisa interessante que Toby afirma é que –A é uma mulher. Realmente, -A parece ser uma mulher, mas eu acredito que seja assim porque –A quer dar a entender que ela/ele é a Alison. Ninguém nunca questionou se era ou não mulher, então é estranho Toby falar isso. Será que ele sabe de alguma coisa?
Hanna está desesperada para encontrar um álibi para a mãe, por isso passou o episódio todo a questionando sobre o que ela havia feito em NY. Ela disse que ficou o tempo todo no escritório, e depois foi ao teatro com seus colegas de trabalho. O álibi de Ashley se quebrou quando ela recebeu algumas flores e Hanna encontra o bilhete que dizia claramente que Ashley não foi à peça. Estou curiosa para saber como Ashley irá apresentar seu álibi à polícia. Todos os seus colegas sabem que ela não foi à peça e ela não pode provar que estava no hotel. O que será que ela irá falar?
Hanna vai até a delegacia falar com Pam, em busca de ajuda para Ashley e se depara com um quadro cheio de fotos e observações na sala de Holbrook. Ela tenta tirar algumas fotos, mas o investigador aparece e a impede. Ao contrário de Wilden, Holbrook não brinca em serviço, e está investigando a fundo a morte do ex-investigador, ligando-a as mortes anteriores. Ele começou fazendo esse mural que é uma espécie de mapa rizomático, onde colocou todas as pessoas que poderiam estar envolvidas com Wilden e várias observações sobre elas.
O mural de Wilden faz referencia ao título do episódio, a tão famosa “cama de gato”. Para quem não se lembra, essa é uma brincadeira infantil cujo objetivo é fazer figuras com um barbante entre os dedos. Nem é preciso dizer por que o mural lembra tanto a brincadeira. Uma coisa interessante que eu percebi é que ele colocou todas as pessoas que poderiam estar envolvidas, até mesmo personagens instáveis como o Mike e a Dra. Sullivan, mas esqueceu de alguns personagens importantes que tem ligações com algumas pessoas que estavam ali, como Jason e Ezra. Além disso, há algumas pessoas estranhas naquele quadro, que eu acredito serem familiares e conhecidos de Wilden ou algum outro personagem.
Melissa também estava na delegacia, mas acredito que Holbrook tenha a chamado para interrogá-la, antes que ela desapareça de novo. Como vimos no quadro, ele sabe que Melissa é “esperta demais para ser pega”, então deve tomar mais cuidado com ela.
Calleb também voltou (e provavelmente irá sumir em breve, já que ele irá participar de Raveswood, a spin-off da série). Depois de toda aquela confusão, ele achou o seu pai e os dois estão bem novamente. De volta a Rosewood, ele está ajudando Hanna com Ashley.
Achei que a situação de Ashley não poderia piorar, mas me enganei. Calleb procurou Tom, o pai de Hanna, para contar tudo que está acontecendo com a Hanna e Ashley. Acho que Tom ainda não desculpou Hanna pelo que aconteceu com o vestido e com Kate, por isso foi um pouco grosso com Calleb quando ele o questionou. No fim, ele disse que Ashley o procurou naquela noite pedindo uma quantia de dinheiro que ele não tinha. Ele foi atender Isabelle (sua mulher) e quando voltou, Ashley tinha ido embora, e a arma que ele mantinha em sua gaveta no escritório também havia sumido. Será que Wilden estava chantageando Ashley e ela decidiu dar uma quantia em dinheiro para ele deixá-la em paz? Isso explica porque eles se encontraram naquela noite.
Não acredito que ela tenha matado-o, mesmo que tivesse um motivo e uma arma. A situação dela está bem parecida com a de Byron, na temporada passada. Quanto mais culpada ela parece, mais inocente eu acredito que ela seja. Pela forma como ela brigou com Hanna, depois que Hanna achou o bilhete das flores no lixo, dá para perceber que ela está desesperada. Ashley tem esse jeito estranho de resolver as coisas, um pouco impulsivo, por isso dá para imaginá-la atirando em Wilden, mas acredito que se ela tivesse feito isso, teria se desesperado depois de dar o primeiro tiro e teria fugido. Wilden recebeu vários tiros, Ashley não teria coragem de ter feito isso, mas ela é uma suspeita, por isso está tentando cavar um buraco e jogar todas as evidências de que ela estava na cidade dentro dele. E mesmo que ela não tenha matado Wilden, ela já o atropelou e já saiu com ele para que o registro de Hanna na polícia sumisse. Se a polícia descobrisse isso, as consequências seriam graves.
A nova estratégia de –A é eliminar as mamães de Rosewood. Não entendi a explosão de Pam por causa dos remédios. Achei desnecessário o escândalo dela na porta da escola, ela fez a filha passar vergonha na frente de todo mundo e arranjou problemas para si. Alguém ligou para a assistente social e disse que Pam é negligente, por isso Emily se envolveu em tantos problemas. Parece que a situação é mesmo séria, já que o pai de Emily irá voltar para Rosewood e –A enviou uma foto de Pam atrás das grades. Para mim, no fim, essa história não levará a lugar nenhum.
Aria descobre que debaixo daquela máscara que elas acharam, havia outra, igual ao rosto de Alison. No verso elas acham o nome e o telefone de Hector Lime, o artesão e vão atrás dele. No ateliê, Hector disse que Ali o procurou depois que ele colocou um anúncio na internet procurando uma modelo para um de seus trabalhos. Isso é bem típico da Alison, achar que seria perfeito imortalizar seu rosto em uma máscara. Para contar tudo que sabe, Hector propõe que Emily seja sua modelo, e ela aceita.
Ele disse que Ali queria dar uma máscara para todos os seus amigos, então imagino que várias máscaras estão espalhadas por aí. Ali deve ter feito muitas, já que pediu a Hector para quebrar o molde depois que terminou. Enquanto Emily faz a sua máscara, Hanna entra numa sala e pega um molde escondida. Fiquei com medo de que ele matasse Emily, porque ela estava sem respirar por causa daquela massa em seu rosto, mas tudo correu bem. Imagino que –A dará um jeito de conseguir uma máscara com o rosto de Emily para assustar as meninas.
As Liars disseram que o molde que Hanna pegou era de Melissa, mas para mim parece mais com a Jenna. As duas tem um formato de rosto bem parecido, mas é possível diferencia-las pelo nariz. O de Jenna é idêntico ao do molde. O mais importante é saber por que aquele molde existe e onde estão as máscaras feitas com ele.
E o episódio termina com a pergunta de Melissa. Há algum tempo atrás, Spencer perguntou a ela o que ela faria se tivesse que escolher entre proteger a si mesma e proteger quem ela ama. Agora Melissa faz essa pergunta a Spencer. O que vocês acham que ela vai responder?
Nas cenas finais, vemos –A ouvindo um disco de vinil em uma vitrola e analisando o raio-x do ombro de Emily. O que será que há de tão importante nesse raio-x? O mais interessante da cena é o nome do disco: dry bones.
Até o próximo episódio!
Escrito por Grasi-Caldeirão da Series
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Dexter dá início a sua vindoura temporada final com uma festa ensopada de sangue .
The Hollywood Report" reporta: O fim está perto para Dexter da Showtime, que deu início à sua oitava e final temporada sábado à noite com uma festa de abertura ensopada de sangue no Milk Studios em Hollywood.
Com uma impressionante arte em pôsteres de cada uma das oito temporadas pavimentando o caminho para centenas de executivos, atores e gente da indústria, a Showtime enviou o drama sobre o serial killer de Michael C. Hall e Jennifer Carpenter a um vislumbre do passado.
O armazém cavernoso – que facilmente poderia ter se passado por uma das salas de matança de Dexter Morgan – foi revestido com vitrines exibindo algumas das peças mais icônicas do set, transportadas do set para o armazém.
A caixa de troféus de lâminas de sangue e o kit de facas do Dexter – ambas as peças impares entregues em mãos pelo “prop master” – estavam entre os itens mais procurados nas peças que decoravam o salão em caixas de grossos vidros bem protegidos, visto que Dexter ainda tem dois episódios restantes a serem filmados.
As mesas, onde os convidados jantaram camarão vindo da Coolhaus e sanduíches de sorvete e cupcakes da Magnólia Bakery, estavam decoradas com distintivos dos que são da Miami Metro: Debra Morgan, Joey Quinn e Angel Batista entre outros que já passaram por lá antes deles.
Paredes cinza metálico estavam decoradas com porta retratos de alguns dos maiores algozes de Dexter: Miguel Prado de Jimmy Smits, James Doakes de Erik King e Trinity Killer de John Lithgow, o ultimo deu a saída à Julie Benz por ter sido o responsável pela morte dela na banheira ensanguentada.
Depois de assistirem aos dois primeiros episódios da oitava temporada, os convidados aproveitaram música ao vivo da série, representada por Daniel Licht and the Dexter Ensemble – os mesmos músicos que criaram algumas das partituras assustadoras e outras melodias originais que assombraram os telespectadores durante a exibição da série. Outros se aproveitaram de uma mesa de matança com cabine de vídeo onde eles podiam colocar o avental preto do Dexter, óculos de proteção e luvas e escolher uma vitima para matar – tudo gravado e transferido para os livros oficiais do Dexter – como uma impressionante fotografia do famoso serial killer acima. Quando a festa acabou, o salão lembrava um espaço onde Dexter Morgan havia tido uma de suas façanhas enquanto placas de petri com manchas de sangue decoravam as mesas e cadeiras agora em desordem. Tradução: Tatiane Andrade Fonte: hollywoodreporter.com | DexterDaily.com
Com uma impressionante arte em pôsteres de cada uma das oito temporadas pavimentando o caminho para centenas de executivos, atores e gente da indústria, a Showtime enviou o drama sobre o serial killer de Michael C. Hall e Jennifer Carpenter a um vislumbre do passado.
O armazém cavernoso – que facilmente poderia ter se passado por uma das salas de matança de Dexter Morgan – foi revestido com vitrines exibindo algumas das peças mais icônicas do set, transportadas do set para o armazém.
A caixa de troféus de lâminas de sangue e o kit de facas do Dexter – ambas as peças impares entregues em mãos pelo “prop master” – estavam entre os itens mais procurados nas peças que decoravam o salão em caixas de grossos vidros bem protegidos, visto que Dexter ainda tem dois episódios restantes a serem filmados.
As mesas, onde os convidados jantaram camarão vindo da Coolhaus e sanduíches de sorvete e cupcakes da Magnólia Bakery, estavam decoradas com distintivos dos que são da Miami Metro: Debra Morgan, Joey Quinn e Angel Batista entre outros que já passaram por lá antes deles.
Paredes cinza metálico estavam decoradas com porta retratos de alguns dos maiores algozes de Dexter: Miguel Prado de Jimmy Smits, James Doakes de Erik King e Trinity Killer de John Lithgow, o ultimo deu a saída à Julie Benz por ter sido o responsável pela morte dela na banheira ensanguentada.
“Eu prometi que não ia chorar”, o presidente de entretenimento da Showtime David Nelvins disse ao elenco e ao grupo reunido em suas observações iniciais. “É um privilegio estar aqui depois de oito temporadas e nove, provavelmente mais perto de dez anos desde que (a produtora executiva) Sara Colleton leu o livro Dexter Dreaming Darkly e disse ‘Acho que pode ter uma série de TV aqui’”Citando o impressionante histórico da temporada premiada, Nelvins chamou a série de “fenômeno cultural pop” e gênero raro de série a estar no ranking da recente lista do WGA das 100 séries melhor escritas de todos os tempos (posicionada em 66).
“Esta série foi gravada à sua maneira na história, e foi muito importante para a programação original da Showtime,” ele disse. “Esta série no colocou no mapa e pavimentou o caminho que veio a seguir.”Depois de citar dezenas de membros, produtores, equipe dos bastidores, marketing e equipe de publicidade, Nevins entregou o palco para Hall que fez o mesmo.
“Todos nesse mundo (Dexter) inteiro – e há umas 100 pessoas envolvidas nesta série – todos gastaram oito anos, ou algo aproximado, de suas vidas fazendo isso e levando este extraordinário senso de antecipação e fechamento”, Hall disse. “Foram oito anos maravilhosos.”
Depois de assistirem aos dois primeiros episódios da oitava temporada, os convidados aproveitaram música ao vivo da série, representada por Daniel Licht and the Dexter Ensemble – os mesmos músicos que criaram algumas das partituras assustadoras e outras melodias originais que assombraram os telespectadores durante a exibição da série. Outros se aproveitaram de uma mesa de matança com cabine de vídeo onde eles podiam colocar o avental preto do Dexter, óculos de proteção e luvas e escolher uma vitima para matar – tudo gravado e transferido para os livros oficiais do Dexter – como uma impressionante fotografia do famoso serial killer acima. Quando a festa acabou, o salão lembrava um espaço onde Dexter Morgan havia tido uma de suas façanhas enquanto placas de petri com manchas de sangue decoravam as mesas e cadeiras agora em desordem. Tradução: Tatiane Andrade Fonte: hollywoodreporter.com | DexterDaily.com
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Morre aos 51 anos o astro de "Família Soprano", James Gandolfini
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=liacjAbJ45Y&w=420&h=315]
O ator James Gandolfini morreu aos 51 anos por conta de um ataque cardíaco fulminante na Itália. O artista era conhecido por atuar como protagonista na série de TV "Família Soprano" e em filmes como "A Hora Mais Escura" e "O Homem da Máfia". A informação foi divulgada pelo canal HBO e pela revista especializada norte-americana "Variety" nesta quarta-feira (19). O ator deixa a mulher, Deborah Lin, um filho do casamento anterior e uma bebê recém-nascida.
Segundo a emissora, Gandolfini estava em férias na cidade de Roma quando morreu. De acordo com o site TMZ, Gandolfini visitaria a Sicília por conta da realização do 59º Festival de Cinema de Taormina. A presença do ator estava confirmada para uma aula magna ao lado do diretor Gabriele Muccino no próximo fim de semana. Em comunicado, o canal afirmou lamentar a morte do ator. "Estamos todos em choque e sentindo uma tristeza imensurável por conta da perda de um membro amado de nossa família", dizia o texto.
Com ascendência italiana, Gandolfini teve uma carreira marcada por papéis ligados à máfia. O primeiro papel de repercussão do astro no cinema foi no filme "Amor à Queima-Roupa", de 1993, quando interpretou o criminoso Virgil. Mas a fama viria somente a partir de 1999, ao atuar como o mafioso Tony Soprano, chefe de uma família que comandava o crime em Nova Jersey.
Vencedor de três prêmios Emmy por conta do papel, Gandolfini chegou a faturar US$ 1 milhão por episódio. A atuação também rendeu ao artista quatro indicações e uma vitória no Globo de Ouro de 2000, uma das principais premiaçôes da indústria de TV e cinema.
Recentemente, a série foi eleita como a mais bem escrita da história da televisão americana pela associação de roteiristas do país (Writers Guild Of America), a frente de atrações como "Seinfeld" e "The Twilight Zone".
No cinema, o último trabalho do ator foi a participação no longa "The Incredible Burt Wonderstone", estrelado por Steve Carell e Steve Buscemi. O longa ainda não chegou ao Brasil. Ele também estava no elenco de "Animal Rescue", filme previsto para ser lançado em 2014 nos EUA com Tom Hardy.
Já na TV, Gandolfini trabalhava atualmente na série "Criminal Justice", da HBO, e no programa "Taxi 22", da CBS.
Gandolfini ainda esteve em uma peça na Broadway, no começo de sua carreira, como principal ator de uma versão teatral de "Sindicato dos Ladrões", clássico do cinema estrelado por Marlon Brando em 1954. Há quatro anos, o ator retornou aos palcos para estrelar uma adaptação de "Deus da Carnificina".
Repercussão
Celebridades de Hollywood usaram o Twitter para lamentar a morte do ator. Steve Carell, que atuou ao lado de Gandolfini em seu último filme, disse: "Notícias ruins inacreditáveis. Era um grande homem", dizia a mensagem.
Já Ewan McGregor afirmou que o mundo perdeu um de seus principais astros. "Meus pensamentos estão com sua família. Era tão talentoso. Estou muito triste", escreveu.
Jeff Daniels, Kevin Smith e o apresentador Jimmy Kimmel também usaram o microblog para dar o adeus para Gandolfini. Jonah Hill citou o astro como um de seus atores favoritos.
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=F-p3XuCx5AI&w=420&h=315]
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